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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Borboletas

Visitamos o borboletário tropical do Parque ambiental de Sta. Margarida. Ficamos encantados com a beleza do parque e das borboletas.
Assim que entramos no borboletário vimos logo a borboleta mocho, que é enorme.

Todas as borboletas  dispõem da sua planta preferida, onde põem os ovos para alimentar as lagartinhas assim que nascem.

Pudemos observar alguns ovos nas folhas e inclusive borboletas a porem ovos.
Existe uma grande variedade de borboletas que voam sem medo, à nossa volta.



Esta é a borboleta folha, que se pode camuflar completamente, pois quando fecha as asas parece uma folha de árvore seca.
Aqui está a borboleta folha. É impressionante as semelhanças com uma folha seca.


As cores de algumas borboletas são deslumbrantes!

Vimo-las a alimentarem-se nas flores e nas frutas colocadas à sua disposição.
Aprendemos que a sua boca está transformada numa espécie de palhinha para poder beber o néctar das flores e sumo das frutas.

Algumas borboletas pousaram em cima de nós para grande alegria dos que foram contemplados. Apenas uma criança teve medo das borboletas quando tentavam pousar sobre ela.



Aqui encontrava-se a borboleta e as lagartas da mesma espécie. Estas lagartas têm a particularidade de se assemelharam a um excremento de pássaro para não serem comidas.
Vimos a casinha das crisálidas. Aprendemos que as borboletas diurnas passam pela fase de crisálida sem fazerem casulo e as noturnas fazem casulos para proteger as crisálidas.
O parque tem espaços encantadores.

Aqui estamos a descobrir as rãs.




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

As tartarugas




No 1º período visitamos o Parque dos Monges em Alcobaça e adoramos. O animal que mais nos impressionou foi a tartaruga terrestre. Depois de as observarmos muito bem e de as ajudarmos a alimentar através de uma vara comprida para evitar acidentes, quisemos saber mais coisas sobre as tartarugas e fomos pesquisar.
Cá estão as tartarugas terrestres do parque dos monges.


Fizemos o registo sobre o que aprendemos sobre as tartarugas e do que observamos:  não têm dentes;  têm quatro patas e uma pequena cauda; gostam de comer maçãs e cenouras, porque ajudamos o tratador a alimentá-las e vimos que gostam; têm uma carapaça muito pesada, por isso andam muito devagar; há tartarugas que vivem no mar e sabem nadar muito bem, porque as suas patas parecem remos, são as tartarugas marinhas. Queríamos aprender mais coisas sobre elas, por isso fomos pesquisar...

 
Aprendemos que os filhos nascem de ovos que as tartarugas põem num buraco que escavam no chão. As tartarugas marinhas respiram por pulmões, por isso têm que vir respirar à superfície. As tartarugas marinhas só vêm a terra para pôr os ovos e gostam de comer peixes, algas, medusa e camarões.

Desenhamos tartarugas.
Decoramos uma tartaruga marinha com conchinhas e outros materiais de desperdício.
Construímos uma tartaruga terrestre com diversos materiais de desperdício e decoramo-la com tampinhas. Colocamos umas rodas para a podermos passear pela sala de atividades.
E lá vai ela dar um passeio!

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Nós e a natureza

HÁ COISAS DE QUE VALE A PENA FICAR À ESPERA, MESMO DURANTE MESES!...

A nossa nespereira em NOVEMBRO estava carregada de flores que cheiravam muito bem. Esperamos e fomos observando a transformação das flores em pequenos frutos que foram crescendo, crescendo...


No final do mês de ABRIL estava carregada de nêsperas maduras e deliciosas que provamos e aprovamos. 

A lagartinha da arruda (papilio machaon)
Também no mês de NOVEMBRO encontramos lagartinhas na planta da arruda.
Levamos algumas para a sala e colocámo-las num recipiente transparente para podermos observá-las. Achamo-las lindíssimas com as suas cores e riscas.

A Fátima estava encarregue de alimentar as lagartinhas, porque a arruda não cheira muito bem e é uma planta medicinal, não sendo conveniente as crianças mexerem-lhe. Sabemos que há plantas em que não podemos tocar. As lagartas são muito comilonas. Quando ficaram bem gordas deixaram de comer e penduraram-se na taça, transformando-se numa pupa. Aprendemos uma nova palavra muito difícil de dizer: METAMORFOSE. Ficamos à espera e nunca mais acontecia nada, mas num belo dia de MAIO...
 Que bela surpresa tivemos...UAU!  Tão linda, venham todos ver!!! A bela borboleta cauda - de - andorinha tinha saído da pupa e estava a bater levemente as asas. Estava com certeza a exercitá-las ansiosa por ir voar.Tinha acontecido a metamorfose.
 
Ficamos todos maravilhados e fomos mostrar aos amigos da outra sala. 
 

Então e agora que fazemos? Claro que todos sabiam que tínhamos que ir libertá-la na natureza. E assim fizemos. Abrimos a proteção que tínhamos colocado na taça, mas a borboleta não quis voar logo, para nosso encanto. Pudemos observá-la mesmo bem. Vimos os olhos, contamos as patas, observamos as cores...



E depois inesperadamente levantou voo. Foi tão rápida que desapareceu mesmo em frente aos nossos olhos. BOA VIAGEM BORBOLETA.

 

sábado, 13 de maio de 2017

Descobrir a cortiça

Visitamos o Museu Municipal de Coruche. Aprendemos muito sobre o sobreiro e a cortiça. Observamos e exploramos este material. Verificamos que não afunda, numa atividade experimental e realizamos alguns trabalhos.
Observamos e tocamos num pedaço de cortiça em bruto.

Vimos alguns produtos feitos com cortiça, como rolhas e corticite.

Observamos alguns utensílios e ficamos a saber que muitos outros são feitos com cortiça, como sapatos, leques, chapéus de chuva, etc.

No Museu, pudemos observar um pedaço de cortiça fossilizada.

Decoramos a primeira letra do nome com rolhas inteiras e outras cortadas.

Construímos uma casa para os passarinhos poderem fazer o ninho sem apanharem chuva.


Fizemos recorte de formas geométricas em corticite e montamos bonecos.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Começou o bom tempo e nós...

Temos feito atividades no exterior com plantação de bolbos de flores, sementes diversas, batatas e muitas outras plantas. Gostamos de observar o seu desenvolvimento e de as regarmos.
Fizemos uma instalação em forma de espiral, com vasos improvisados com pacotes de leite. A vedação do espaço junto à caixa de areia ficou mais bonita.
O reaproveitamento de materiais incute nas crianças mais respeito pelo ambiente.

As atividades experimentais ajudam a criança a compreender melhor o mundo que as rodeia.
Observar as transformações na natureza desperta a curiosidade da criança.

A instalação dos vasos em forma de espiral, como as crianças observaram nas cascas dos caracóis.


 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

De mãos dadas com a natureza

Gostamos de explorar o espaço exterior para descobrirmos o que lá existe. Todos os bichinhos nos atraem. Queremos saber mais sobre eles, sobre as árvores, a terra, as pedras e tudo o que lá encontramos. Decoramos capas de cientista e munidos de  caixas e de lupas fomos investigar.
 A recolha foi rica. Desde caracóis a formigas, roscas, abelhas, terra, pedras, areia, musgo, folhas, ervas, casca de árvore...tudo despertou interesse. Na sala fez-se democraticamente a votação de qual o animal e o vegetal a explorar. O caracol e o musgo foram os mais escolhidos. Começamos a colocar questões sobre o que comem os caracóis, como se deslocam, como se reproduzem...e será que conseguem cheirar? onde têm os olhos?...



 Realizamos uma atividade experimental para descobrirmos se os caracóis conseguem cheirar. Aproximamos cotonetes com um pouco de vinagre  dos caracóis (sem lhes tocar) e observamos que encolheram as antenas. Concluímos que conseguiram cheirar o vinagre. Vamos descobrir mais coisas sobre eles.
Com plasticina e berlindes fizemos uns caracóis muito giros.
Os pais têm colaborado no envio de muitos elementos da natureza. Observamos pinhas com os seus frutos, os pinhões. Também aprendemos que as sementes das pinhas dos pinheiros bravos se chamam PENISCOS. SABIAM?

Também nos ofereceram bolotas. Como sabemos que germinam com facilidade, semeamo-las num tabuleiro e estamos a observar o seu desenvolvimento.
 
 
Aproveitamos para pintar algumas bolotas e com elas fizemos algumas esculturas.

Observamos a nespereira que temos no espaço exterior. Que surpresa!... está cheia de flores que cheiram muito bem. Vamos também observá-la para ver o que acontece.
 COMEMORAMOS O DIA DA FLORESTA AUTÓCTONE
Recebemos o convite da Câmara Municipal de Santarém para ajudarmos na plantação de 30 árvores autóctones no Vale do Choupal, em conjunto com os amigos dos Combatentes. Agradecemos o convite e pusemos mãos à obra. Gostamos de ajudar a plantar as árvores e compreendemos a importância desta atividade.