Olá visitante

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Fernanda Narciso

Visitamos a exposição de Fernanda Narciso no Palácio Landal em Santarém que se chamava "As candeias". Esta artista plástica nasceu em Santarém em 1957. Na época de 80 frequentou o IADE e o Arco onde estudou desenho e pintura. Mais tarde tirou o curso de artes dos tecidos na escola António Arroios. Criou o seu próprio atelier. Em 2007 como membro da fundação Klub Plastyka Stefana Morawskiego, em Slupski na Polónia,  criou um projeto de instalações artísticas. Nesse mesmo ano ganhou o prémio Morawskiego com a instalação "A espera". Esta artista tem exposto não só em Portugal, mas também em Inglaterra, Polónia, Espanha, Bielorrússia, França e Brasil.
O panfleto da exposição.
Fernanda Narciso
 Adoramos a exposição. Achamos muita graça a algumas telas, pois tinham elementos que conhecíamos bem, como um gato, um polícia, uma máquina fotográfica... mas o que despertou mais interesse foi o fato de noiva com cabeça de candeeiro.
Depois de observarmos as obras de arte, tornamo-nos também artistas e desenhamos  um quadro à nossa escolha.

 
Cá estamos nós a observar o vestido de noiva, que era transparente e tinha uma luz por baixo para realçar os desenhos que imitavam bordado.
                                     
No Jardim de infância brincamos com a obra da Fernanda e imaginamos como ficaria se fosse mesmo uma noiva.

Criamos também um cartaz sobre esta vivência.

Mas o mais interessante é que também quisemos fazer um vestido de noiva com enfeites no lugar da cabeça. E fizemos o "bordado" da saia muito bonito. Gostamos tanto deste trabalho que gostavamos de o mostrar à Fernanda.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

REcomeçamos

Olá !!!
Recomeçamos o novo ano cheios de vontade de brincar com os amigos de pensar em novos projetos e vivenciar novas experiências.
As crianças mais novas e as que entraram pela primeira vez mostraram alguns sinais de ansiedade por se encontrarem longe da família, mas encontramos uma solução que a todos agradou. Pedimos aos pais para tirarem uma foto com uma mensagem e colocamos as fotos na porta de entrada para que todos pudessem "matar" saudades dos pais e poderem dar beijinhos e festinhas quando tivessem necessidade.
Aqui está a mensagem que escolhemos para que as crianças saibam que em breve os pais as virão buscar ao JI.

A porta ficou bem mais interessante com as fotos dos pais dando mais confiança aos que ainda estão num processo de a adquirirem.

 

domingo, 11 de junho de 2017

O veado Florido

"O Veado Florido" é uma história que ajuda as crianças a entenderem o que é a liberdade. António Torrado, o autor,  conta que um senhor muito rico mandou prender em gaiolas os mais exóticos animais, entre os quais um veado que tinha flores nas suas hastes. Estes animais quando perdiam a liberdade morriam ou perdiam as suas especiais características.
Depois de ouvirmos a história conversamos sobre a importância da LIBERDADE. O que as crianças disseram:

 -"A LIBERDADE É NÃO ESTAR PRESO"
- "É PODERMOS FAZER TUDO"
- ´"É VERMOS AS COISAS TODAS QUE GOSTAMOS"
- "É PODERMOS PASSEAR E BRINCAR ONDE QUEREMOS"
- "MAS OS MAUS E OS LADRÕES TÊM QUE SE PRENDER PARA NÃO FAZEREM MAL ÀS PESSOAS".


Depois desenhamos e pintamos veados e construímos um em 3D com um garrafão e ramos  de árvore. 

Trabalho colaborativo - as crianças mais novas rasgaram o jornal e as mais velhas colaram no garrafão.

O nosso veado florido ficou mesmo engraçado!
 

domingo, 4 de junho de 2017

Descobrimos o pintor português Amadeo de Souza Cardoso

Amadeo de Souza Cardoso nasceu a 14 de Novembro de 1887 em Manhufe, freguesia de Mancelos, no concelho de Amarante. Fez estudos liceais em Amarante e frequentou a Academia de Belas Artes de Lisboa em 1905, tentando seguir o curso de Arquitectura que interrompeu para partir para Paris, em 1906, instalando-se, então, em Montparnasse. Em 25 de Outubro de 1918 Amadeo morre em Espinho vítima da "pneumónica" que então grassava em Portugal.

 
Gostamos de ver o seu retrato e achámo-lo bonito. Quisemos saber a história da sua vida e tivemos pena que tivesse morrido tão novo.
O quadro que escolhemos para trabalhar foi "o Cavalo Salamandra".

Inspirados nesse cavalo às bolinhas, desenhamos também os nossos cavalos da imaginação. Realizamos também um exercício que gostamos muito, pois tínhamos um desafio que era tentar completar o cavalo do Amadeo.
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Observamos outras obras e descobrimos muitas formas geométricas, letras e números.



Com papel de jornal e aguarelas criamos as nossas obras de arte.

A estagiária Andreia trouxe-nos uma surpresa. Era um cavalo feito com uma meia e um cabo de vassoura. foi divertido cavalgar e cantar a canção do cavalinho fazendo-o rodar.


Dia da mãe

Não podíamos deixar de comemorar o dia da mãe (1º domingo de maio). Como tínhamos ido ao campo colher flores e tínhamos  colocado as mais bonitas dentro de uma lista telefónica para que secassem direitinhas, resolvemos utilizá-las para o presente da mãe.
Usamos uma pinça para conseguirmos colocá-las em cima do marcador de livros, sem que se partissem. Depois plastificamos e colocamos um cordão que ajudamos a enrolar.

As flores eram variadas. As crianças puderam escolher as suas preferidas fazendo composições muito coloridas.

Personalizamos os saquinhos de embrulho e pintamos corações com o retrato da mãe.

O QUE DISSEMOS SOBRE AS MÃES:
SÃO NOSSAS AMIGAS
TRABALHAM NO TRABALHO DELAS E EM CASA
LEVAM OS FILHOS A PASSEAR
COMPRAM BRINQUEDOS 
DÃO BANHO E COMIDA
AJUDAM A ARRUMAR O QUARTO E OS BRINQUEDOS
LEVAM OS FILHOS AO SHOOPING
LEVAM OS FILHOS AO PARQUE
ÀS VEZES RALHAM QUANDO OS FILHOS FAZEM DISPARATES

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Nós e a natureza

HÁ COISAS DE QUE VALE A PENA FICAR À ESPERA, MESMO DURANTE MESES!...

A nossa nespereira em NOVEMBRO estava carregada de flores que cheiravam muito bem. Esperamos e fomos observando a transformação das flores em pequenos frutos que foram crescendo, crescendo...


No final do mês de ABRIL estava carregada de nêsperas maduras e deliciosas que provamos e aprovamos. 

A lagartinha da arruda (papilio machaon)
Também no mês de NOVEMBRO encontramos lagartinhas na planta da arruda.
Levamos algumas para a sala e colocámo-las num recipiente transparente para podermos observá-las. Achamo-las lindíssimas com as suas cores e riscas.

A Fátima estava encarregue de alimentar as lagartinhas, porque a arruda não cheira muito bem e é uma planta medicinal, não sendo conveniente as crianças mexerem-lhe. Sabemos que há plantas em que não podemos tocar. As lagartas são muito comilonas. Quando ficaram bem gordas deixaram de comer e penduraram-se na taça, transformando-se numa pupa. Aprendemos uma nova palavra muito difícil de dizer: METAMORFOSE. Ficamos à espera e nunca mais acontecia nada, mas num belo dia de MAIO...
 Que bela surpresa tivemos...UAU!  Tão linda, venham todos ver!!! A bela borboleta cauda - de - andorinha tinha saído da pupa e estava a bater levemente as asas. Estava com certeza a exercitá-las ansiosa por ir voar.Tinha acontecido a metamorfose.
 
Ficamos todos maravilhados e fomos mostrar aos amigos da outra sala. 
 

Então e agora que fazemos? Claro que todos sabiam que tínhamos que ir libertá-la na natureza. E assim fizemos. Abrimos a proteção que tínhamos colocado na taça, mas a borboleta não quis voar logo, para nosso encanto. Pudemos observá-la mesmo bem. Vimos os olhos, contamos as patas, observamos as cores...



E depois inesperadamente levantou voo. Foi tão rápida que desapareceu mesmo em frente aos nossos olhos. BOA VIAGEM BORBOLETA.

 

sábado, 13 de maio de 2017

Descobrir a cortiça

Visitamos o Museu Municipal de Coruche. Aprendemos muito sobre o sobreiro e a cortiça. Observamos e exploramos este material. Verificamos que não afunda, numa atividade experimental e realizamos alguns trabalhos.
Observamos e tocamos num pedaço de cortiça em bruto.

Vimos alguns produtos feitos com cortiça, como rolhas e corticite.

Observamos alguns utensílios e ficamos a saber que muitos outros são feitos com cortiça, como sapatos, leques, chapéus de chuva, etc.

No Museu, pudemos observar um pedaço de cortiça fossilizada.

Decoramos a primeira letra do nome com rolhas inteiras e outras cortadas.

Construímos uma casa para os passarinhos poderem fazer o ninho sem apanharem chuva.


Fizemos recorte de formas geométricas em corticite e montamos bonecos.